Pesquisa Científica
Microcontrolador PIC 16F877A
PEREIRA Fábio (2004) – Micro controladores PIC Programação em C – Editora Érica – São Paulo
Os PIC, segundo Pereira (2004), são uma família de micro controladores fabricados pela Microchip Technology, que processam dados de 8 bits, de 16 bits e, mais recentemente, de 32 bits. Seu nome é oriundo de "Programmable Interface Controller".
Contam com extensa variedade de modelos e periféricos internos, segundo Messias (2006), possuem alta velocidade de processamento devido a sua arquitetura Harvard e conjunto de instruções RISC (conjuntos de 35 instruções e de 76 instruções), com recursos de programação por Memória flash, EEPROM e OTP. O micro controlador PIC tem famílias com núcleos de processamento de 12 bits, 14 bits e 16 bits e trabalham em velocidades de 0kHz (ou DC) a 48MHz e velocidades de 16 MIPS em alguns modelos. Há o reconhecimento de interrupções tanto externas como de periféricos internos. Funcionam com tensões de alimentação de 1.8 a 6V e os modelos possuem encapsulamento de 6 a 100 pinos em diversos formatos (SOT23, DIP, SOIC, TQFP, etc.).
Os PICs podem ser programados em linguagem mnemônica ou usando-se compiladores de linguagem de alto nível (Pascal-petasse, C, Basic) que geram um código em formato hexadecimal que são usados para serem gravados na memória de programa desses micro controladores. Para tal procedimento, utiliza-se um gravador apropriado, acoplado a um PC rodando Linux ou Windows. PICs com memória FLASH são altamente flexíveis na fase de desenvolvimento, pois permitem uma rápida alteração do código de programa e sua posterior gravação e teste.

Legislação pertinente a carga e descarga
GONÇALVES, José Ernesto Lima - Regulamentação de carga e descarga - Disponível em: https://www.cetsp.com.br/media/20235/nt029.pdf
Segundo Garcia, desde 2007, Santa Cruz do Sul conta com uma lei própria que regula os processos de carga e descarga nas ruas do perímetro urbano central, de acordo com as normas do Código de Trânsito. Pela legislação, veículos de grande porte só podem estacionar em locais demarcados e em horários determinados nas quadras onde há placas ou pinturas indicativas. Alguns moradores, porém, adquiriram o hábito de transportar produtos, mercadorias e materiais em outros pontos e, inclusive, de sinalizá-los, autorizando a movimentação por conta própria, o que é totalmente irregular. A presença dos veículos costuma perturbar o tráfego, dificultando a circulação, roubando espaços de estacionamento e até interrompendo a passagem em algumas das vias mais disputadas do município.
Segundo o departamento de fiscalização da Secretaria de Transportes, as infrações são comuns. Segundo o coordenador Paulo Silveira, “Verificamos várias situações nos patrulhamentos, mas também recebemos denúncias. Se não cuidamos, as pessoas tomam conta do estacionamento. Estando ali, esses veículos tiram lugar de outros”, O descumprimento às regras pode implicar em autuações e inclusive registros de ocorrência policial.
Parte das situações ocorre defronte de prédios residenciais. Cidadãos defendem que a violação é necessária para o transporte de móveis em ocasiões de mudanças. Nesses casos, os veículos devem parar nos locais sinalizados e o material deve ser carregado até o imóvel, independente da distância. Outra possibilidade é solicitar autorização à Prefeitura para utilizar excepcionalmente determinados espaços durante um período.
Garcia também fala sobre a legislação municipal, que permite carga e descarga apenas em pontos demarcados das quadras do Centro, que costumam ser nos extremos das ruas, estão entre as regras:
- Veículos com até seis toneladas (peso próprio somado ao da capacidade de carga).
- Permitido em qualquer dia da semana e em todos os horários.
- Veículos com mais de seis toneladas Permitido estacionamento apenas em dias úteis, entre 19 horas e 11 horas No miolo da região central
- Não são permitidos veículos com mais de 25 toneladas.

Display LCD
WERNECK, Stephen (2010) – Display LCD Disponível em: https://www.acroname.com/robotics/part/R146-GP2D120.html
Um display de cristal líquido, acrônimo de LCD (em inglês liquid crystal display), é um painel fino usado para exibir informações por via eletrônica, como texto, imagens e vídeos. Seu uso inclui monitores para computadores, televisores, painéis de instrumentos e outros dispositivos, que vão desde cockpit de aeronaves, displays em computadores de bordo de automóveis, a dispositivos de utilizações diárias, tais como leitores de vídeo, dispositivos de jogos, relógios, calculadoras e telefones.
Um LCD consiste de um líquido polarizador da luz, eletricamente controlado, que se encontra comprimido dentro de celas entre duas lâminas transparentes polarizadoras. Os eixos polarizadores das duas lâminas estão alinhados perpendicularmente entre si. Cada cela é provida de contatos elétricos que permitem que um campo elétrico possa ser aplicado ao líquido no interior.Entre as suas principais características está a sua leveza, sua portabilidade, e sua capacidade de ser produzido em quantidades muito maiores do que os tubos de raios catódicos (CRT). Seu baixo consumo de energia elétrica lhe permite ser utilizado em equipamentos portáteis, alimentados por bateria eletrônica. É um dispositivo eletrônico-óptico modulado, composto por um determinado número de pixels, preenchidos com cristais líquidos e dispostos em frente a uma fonte de luz para produzir imagens em cores ou preto e branco.
A mais antiga descoberta que levou ao desenvolvimento da tecnologia LCD foi a descoberta dos cristais líquidos, em 1888. Em 2008 as vendas mundiais de televisores com telas de LCD superaram a venda de unidades CRT. Um monitor de cristal líquido é um monitor muito leve e fino, sem partes móveis. A tecnologia LCD já é utilizada há algum tempo.

Cada pixel de um LCD tipicamente consiste de uma camada de moléculas alinhadas entre dois eletrodos transparentes e dois filtros polarizadores. Os eixos de transmissão são, na maioria dos casos, perpendiculares uns aos outros. A superfície dos eletrodos que estão em contato com o material de cristal líquido são tratados de forma a alinhar as moléculas de cristal líquido em uma determinada direção. Este tratamento consiste tipicamente em uma fina camada de polímero que é esfregada unidirecionalmente. A direção do alinhamento do cristal líquido é então definida pela direção da fricção. Os eletrodos são feitos de um condutor transparente chamado Indium Tin Oxide (ITO).
Antes de aplicar um campo elétrico, a orientação das moléculas de cristal líquido é determinada pelo alinhamento com as superfícies dos eletrodos. Em um dispositivo "twisted nematic" (dispositivo mais comum de cristal líquido), as direções de alinhamento na superfície dos dois eletrodos são perpendiculares uns aos outros, e assim as moléculas se organizam em uma estrutura helicoidal. Isto reduz a rotação da polarização da luz incidente, e o dispositivo aparece cinza. Se a tensão aplicada à superfície é grande, as moléculas de cristal líquido no centro da camada assumem quase completamente forma helicoidal, e a polarização da luz incidente não roda à medida que passa através da camada de cristal líquido, esta luz será, então, principalmente polarizada perpendicular ao segundo filtro, e, portanto, aparecerá o pixel preto. Ao controlar a tensão aplicada em toda a camada de cristal líquido em cada pixel, a luz pode ser autorizada a passar em quantidades variadas constituindo diferentes níveis de cinza.
O efeito óptico de um dispositivo twisted nematic na tensão e no estado, é muito menos dependente das variações da espessura do dispositivo do que da tensão no estado desligado. Devido a isto, estes dispositivos são normalmente operados entre polarizadores cruzados de tal forma que eles aparecem brilhantes sem tensão (o olho é muito mais sensível às variações do estado escuro do que ao estado brilhante). Estes dispositivos podem também ser operados entre polarizadores paralelos, caso em que os estados claro e escuro estão invertidos. A tensão de estado desligado escuro nesta configuração aparece manchada, porém, devido a pequenas variações de espessura em todo o dispositivo. Tanto o material de cristal líquido quanto o material de camada de alinhamento contém compostos iônicos. Se um campo elétrico de uma polaridade específica é aplicada por um longo período de tempo, este material iônico é atraído para a superfície e degrada o desempenho do dispositivo. Isto é evitado, através da aplicação de uma corrente alternada ou invertendo a polaridade do campo elétrico, como o dispositivo é o destinatário (a resposta da camada de cristal líquido é idêntica, independentemente da polaridade do campo aplicado).
